Horus Clínicas e Hospitais
Hospitais · Clínicas · Pronto-socorro

Pare de perder dinheiro entre a recepção e o convênio.

Material usado e não cobrado, guia recusada, conta esquecida na gaveta: o prejuízo some no meio do caminho e só aparece no fim do mês. O Horus liga recepção, prontuário, farmácia e faturamento num sistema só — e mostra o que ficou de fora antes de o lote sair.

Na nuvem ou no servidor da sua instituição · Implantação acompanhada · Suporte com quem desenvolve

Cockpit do Faturamento — onde o dinheiro está parado
Cockpit do Faturamento do Horus: funil de contas, aging e evolução de 12 meses
25 anosatendendo hospitais e clínicas
11módulos integrados
TISS 4.03validado no XSD oficial da ANS
SUS completoAIH · BPA · APAC · CIHA
Soa familiar?

Não é falta de equipe boa. É falta de um sistema que ligue tudo.

Na maioria das casas, cada setor faz a sua parte direito — e mesmo assim o dinheiro escapa nas passagens de um setor para o outro. São sempre os mesmos quatro furos.

A conta sai incompleta

Material usado e não lançado, diária contada a menos, honorário esquecido. O convênio paga o que foi cobrado — e ninguém percebe o que ficou de fora.

A glosa chega depois

Guia sem autorização, campo fora do padrão TISS, CID que não combina com o procedimento. Quando a operadora devolve, o prazo de recurso já está correndo.

Cada setor, um controle

A recepção numa tela, a farmácia em outra, o faturamento numa planilha. Todo mundo redigita, e na auditoria ninguém acha nada.

O mês fecha no escuro

Você só descobre quanto entrou — e quanto deixou de entrar — quando já não dá mais tempo de fazer nada.

↳ O que muda com o Horus: a recepção registra uma vez e o dado chega à conta; antes do lote sair, o sistema aponta o que foi usado e não cobrado e o que tem risco de glosa. Faça a conta do seu hospital em 1 minuto →

Como funciona

O paciente entra uma vez. O dado percorre a casa inteira.

É aqui que um sistema integrado se separa de vários programas que "conversam". Cada etapa abaixo usa o que a anterior registrou — sem planilha no meio, sem digitar o mesmo nome duas vezes.

1

Recepção

Agenda, chegada, totem e painel de senhas. O atendimento nasce com convênio, procedimento e guia.

2

Triagem

Sinais vitais e classificação de risco. A fila do médico passa a ser por prioridade, não por ordem de chegada.

3

Atendimento

Prontuário eletrônico, prescrição, receita e atestado. Internação, centro cirúrgico e alta.

4

Farmácia

A prescrição vira requisição. Baixa por código de barras, com lote e validade registrados.

5

Conta

Encerramento puxa material, medicamento, diária e honorário — já no convênio e no preço certos.

6

Faturamento

Guia TISS, arquivo do SUS, lote, auditoria de glosa e repasse médico. Daí para a contabilidade.

↳ O que isso evita, na prática: material que saiu do estoque e não entrou na conta; conta encerrada no convênio errado porque o paciente entrou como "a definir"; guia recusada pela operadora por um campo fora do padrão. Os três acontecem quando cada setor tem o seu próprio controle.

O que vem dentro

Onze módulos, um cadastro só.

Você usa o que a sua operação precisa. Nada é vendido por fora, nada exige um segundo sistema.

📋

Recepção e Agenda

Agenda por profissional e por unidade, agendamento pelo próprio paciente, confirmação de chegada, totem de senha e painel de chamada com voz.

🩺

Prontuário Eletrônico

Atendimento clínico em texto livre ou por gabarito de anamnese, prescrição, receituário, evolução e anexos.

🛏️

Internações

Leitos, transferência, centro cirúrgico, mapa cirúrgico, alta e todos os documentos da internação.

💉

Enfermagem

SAE conforme a COFEN, com catálogo NANDA/NIC/NOC, aprazamento de doses, checagem à beira do leito, ficha da sala de infusão e notificação de incidentes.

💊

Farmácia e Estoque

Requisição, kit, remessa cirúrgica, inventário, cotação respondida pelo fornecedor por link, nota de entrada com XML da NF-e e rastreamento por lote.

🧾

Faturamento

Conta hospitalar, XML TISS, BPA, APAC, AIH, lotes, auditoria de glosa, repasse ao corpo clínico, NFS-e das contas e dos lotes — e um alerta do que foi usado e não entrou na conta.

🏦

Financeiro e Contábil

Contas a pagar e receber, caixa, Pix, link de cartão, orçamento, NFS-e, razão, balancete e fluxo de caixa — partida dobrada de verdade.

📊

Custo Hospitalar

Rateio em cascata por centro de custo, no método do Ministério da Saúde. Responde quanto custa a diária.

🔬

Imagem e PACS

Exames em padrão DICOM abertos na tela do médico, laudo com modelo e apoio de IA, assinatura digital e entrega ao paciente pelo portal.

📈

Indicadores

Cockpit do faturamento, cubo de produção, drill-down do ano até o item consumido e relatórios por IA.

💬

Comunicação

Agendamento e lembrete de consulta por WhatsApp, pesquisa de satisfação, teleconsulta por vídeo e chat interno entre os setores.

⚙️

Cadastros e Segurança

Permissão por tela e por operação, diário de auditoria de tudo que foi feito, e parâmetros por instituição.

Telas do sistema

Não é maquete. É o Horus rodando.

As imagens abaixo saíram do sistema em funcionamento, com os dados de pacientes substituídos.

Cockpit do Faturamento

A pergunta que todo gestor faz no dia 5 do mês é "onde está o meu dinheiro?". O cockpit responde: quanto está parado, há quantos dias, e em quais contas.

  • Funil: alta dada → encerrada → faturada
  • Aging das contas com alta e sem encerrar
  • Contas com linha zerada e sem procedimento
  • Rentabilidade de material e medicamento
Cockpit do Faturamento

Custo Hospitalar

Custeio por absorção com rateio em cascata — o método da PNGC/Ministério da Saúde. Administrativo e auxiliar descem até os centros produtivos, e só ali nasce o custo unitário.

  • Quanto custa o paciente-dia de cada setor
  • Despesa lida do próprio lançamento contábil
  • Memória de cálculo etapa por etapa
  • Competência que fecha e congela
Custo Hospitalar com rateio em cascata

Explorar Produção

Começa no ano e vai descendo — mês, convênio, tipo, procedimento, paciente, atendimento — até o item que foi consumido. Um clique por nível, sem pedir relatório para ninguém.

  • Recepção, conta aberta ou as duas juntas
  • Valor, atendimentos ou itens
  • Cubo e análise dinâmica para cruzar
  • Relatórios novos perguntando em português
Explorar Produção com drill-down

Taxa de ocupação

Os indicadores que a diretoria cobra, calculados pelo censo da meia-noite — a regra certa, não uma contagem aproximada de dias.

  • Paciente-dia, leito-dia e ocupação por dia
  • Permanência média e giro de leito
  • Entradas e altas no período
  • Internação parada sem alta é denunciada
Relatório de taxa de ocupação, permanência média e giro de leito

Ponto de pedido

O que comprar hoje, com o valor estimado da compra. Sem planilha paralela e sem descobrir a falta quando o item acabou.

  • Consumo médio, saldo e quanto falta por item
  • Valor estimado da reposição
  • Curva ABC: onde está o dinheiro do estoque
  • Diz quantos itens usaram o padrão em vez do cadastro
Relatório de ponto de pedido da farmácia

Painel de senhas

Totem, painel na TV e chamada por voz — dentro do sistema, sem comprar software de terceiro e sem um segundo cadastro para manter.

  • Senha emitida no totem, com ticket impresso
  • Chamada falada em português na sala de espera
  • Recepção e consultório chamam da própria tela
  • Até cinco painéis, cada um com a sua fila
Painel de senhas do Horus numa TV da sala de espera
Sem ocupar a recepção

O paciente resolve sozinho, de onde estiver.

Seis portas que funcionam fora do balcão — e todas gravam na mesma agenda, no mesmo prontuário e no mesmo caixa que a sua equipe já usa. Nada de sistema à parte para conciliar depois.

Pelo site

Ele marca a consulta no seu site

Um link sem senha, que a clínica publica na página dela. O paciente escolhe especialidade, profissional, dia e horário, informa convênio e tipo de atendimento — e o horário aparece na agenda da recepção para confirmar. Só entra profissional que você liberou, e só nos horários da grade dele.

Pelo WhatsApp

Ele digita “quero agendar” e o resto é menu

No número que a casa já usa. O atendimento é por opções numeradas, do começo ao fim, e só responde a quem pede agendamento — quem escreve outra coisa continua falando com uma pessoa. Sem custo por conversa e sem depender de fornecedor.

Por vídeo

Teleconsulta que abre no celular

O médico gera o link, o paciente toca e entra — sem instalar aplicativo e sem criar conta. A imagem e o som vão de um aparelho ao outro, e a consulta não é gravada em lugar nenhum.

Depois do atendimento

Ele avalia, e você vê onde melhorar

A pesquisa de satisfação sai por WhatsApp quando o paciente já foi embora — não no balcão, com o atendente olhando. O relatório traz a nota por pergunta e, junto, a taxa de resposta: sem ela, uma média alta não quer dizer nada.

Resultados

Ele recebe o exame sem voltar à clínica

A equipe libera o laudo e o paciente recebe pelo WhatsApp um link — nunca o arquivo solto. Para abrir, confirma CPF e data de nascimento. Laudo, imagens do exame e documentos ficam no portal por 30 dias, e o médico solicitante acessa com o CRM.

Pagamento

Ele paga pelo celular

QR Code Pix com o valor já preenchido, ou um link de cartão enviado pelo WhatsApp que abre a página da operadora — o cartão do paciente nunca passa pelo sistema. E o Horus não deixa cobrar a mesma conta duas vezes.

O que os gestores mais pedem

Onde a conta trava, e como o Horus resolve.

Convênios

TISS que a operadora aceita

O arquivo é validado contra o XSD oficial da ANS, não só contra "parece certo". Guia de consulta, SP/SADT, resumo de internação e outras despesas — com o código de tabela e a origem do preço que cada convênio exige.

SUS

AIH, BPA e APAC no mesmo sistema

Lançamento da AIH com atos profissionais, laudos de internação, BPA individualizado e consolidado, APAC e CIHA. O SIGTAP amarrado ao procedimento, com as críticas conferidas antes de gerar o arquivo.

Farmácia

Rastreabilidade por lote

Da nota de entrada até o paciente: qual lote entrou, em que caixa foi, quem recebeu. Num recall ou numa fiscalização, a resposta sai em segundos em vez de em dias.

Glosa

Auditoria e recurso

O retorno da operadora entra conta a conta: liberado, glosado, recursado. O sistema barra quando a soma não fecha com o cobrado, e o repasse ao médico sai sobre o líquido — não sobre o que se esperava receber.

Custo

Quanto custa a sua diária

Poucos sistemas da faixa respondem isso. O Horus faz o rateio em cascata e entrega o custo unitário por centro produtivo — o número que fundamenta a negociação com a operadora.

Segurança

Auditoria de quem fez o quê

Permissão por tela e por operação (ver, incluir, alterar, excluir), e um diário que registra acesso e alteração. Registro de execução de enfermagem é imutável: correção não apaga o original.

Chegou agora

O sistema avisa antes de o prejuízo acontecer.

As novidades mais recentes têm um ponto em comum: em vez de mostrar o erro depois, o Horus aponta o problema enquanto ainda dá tempo de corrigir.

Faturamento

O que foi usado e não foi cobrado

Cruza o que a farmácia entregou com o que está na conta, paciente a paciente, e lista a diferença em reais. Material que saiu do estoque e não entrou na conta deixa de virar prejuízo silencioso.

Convênios

Risco de glosa antes do lote

Regras conferem cada conta antes de ela ir para a operadora: o que costuma voltar glosado aparece na tela para a faturista acertar, e não no demonstrativo de pagamento um mês depois.

SUS

AIH conferida como o SISAIH01 confere

As críticas do programa do Ministério rodam dentro do Horus: CEP que não pertence ao município, raça/cor inválida, diretor igual ao autorizador, cirurgia múltipla incompleta. O arquivo sai limpo em vez de voltar rejeitado.

Imagem

Laudo com apoio de inteligência artificial

O médico escreve os achados e a IA organiza no modelo do serviço. O nome e o CPF do paciente nunca vão para a IA, todo uso fica registrado e o laudo só vale depois de revisado e assinado pelo médico.

Assistência

Segurança do paciente

Qualquer colaborador notifica um incidente em segundos, e o núcleo de segurança analisa num painel próprio — com os sinais que o sistema já enxerga, como dose não checada e reinternação.

Fiscal

NFS-e no padrão nacional

A nota de serviço sai das contas, dos lotes de convênio ou do atendimento particular — uma nota por conta ou uma só com o total — com prévia antes de emitir e DANFSe pronto para enviar.

Segurança e conformidade

Dado de saúde tratado como dado de saúde.

LGPD

Permissão por tela e por operação e um diário de acesso e alteração: dá para responder quem viu cada prontuário.

IA sem identificar o paciente

Nome e CPF nunca saem para a inteligência artificial, e cada uso fica registrado, como pede a Resolução CFM 2.454/2026.

Portal com rastro

O resultado vai por link com validade, abre só com a confirmação do paciente e cada acesso é gravado.

Assinatura digital

Receita, laudo e documento assinados com certificado ICP-Brasil. Documento assinado não se edita: se retifica, e a versão anterior fica guardada.

Para quem

O mesmo sistema, no tamanho da sua operação.

Hospital

Geral, filantrópico, maternidade
  • Internação, leitos e centro cirúrgico
  • Conta hospitalar com diária e honorário
  • Faturamento SUS completo (AIH), com os lançamentos validados antes de gerar o arquivo
  • Farmácia com rastreio de lote
  • Custo por centro e taxa de ocupação

Clínica

Especialidades, exames, day clinic
  • Agenda por profissional e por unidade
  • Prontuário e receituário
  • Faturamento por convênio e TISS
  • Totem e painel de senhas
  • O paciente agenda sozinho, pelo site ou pelo WhatsApp
  • Lembrete de consulta e pesquisa de satisfação
  • Resultado de exame pelo portal, Pix e link de cartão

Pronto atendimento

PA, UPA, pronto-socorro
  • Triagem com classificação de risco
  • Fila por prioridade, não por chegada
  • Prescrição e checagem à beira do leito
  • Qualquer médico de plantão assume o paciente do PA
  • Conta aberta do atendimento
  • Painel de chamada na sala de espera
Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de decidir.

Já tenho um sistema. Por que eu trocaria?
Talvez nem precise — e a gente prefere que você descubra isso com números. A pergunta que vale fazer ao seu sistema atual é: ele mostra quanto o hospital deixou de cobrar no mês passado? Se a resposta for não, é exatamente aí que o Horus se paga. O diagnóstico gratuito mede isso com os seus dados, antes de qualquer conversa sobre troca.
Trocar de sistema dá muito trabalho.
Dá, e não escondemos isso. Por isso a implantação é acompanhada por quem desenvolve: levantamos a base atual, trazemos o que é possível, cadastramos as tabelas e treinamos setor por setor. O cronograma é fechado por escrito na proposta — e o sistema antigo pode seguir rodando até a virada, para ninguém ficar sem chão.
Minha equipe não vai aprender.
As telas seguem a rotina de quem usa: a recepção vê a recepção, a enfermagem vê a checagem, o faturamento vê a conta. O treinamento é por setor, no fluxo de cada um, com os casos da própria casa. E quando surgir dúvida no meio do plantão, o atendimento é direto com quem fez a tela — não com um roteiro de call center.
Roda na nuvem ou no servidor da instituição?
Nos dois. Na nuvem, você abre o navegador e usa — sem servidor para manter, sem backup para lembrar. No modelo local, o sistema fica no servidor da própria casa, para quem precisa do dado dentro da instituição. A tela é a mesma nos dois casos.
Precisa instalar alguma coisa nos computadores?
Não. O Horus roda no navegador — em qualquer máquina da rede, em notebook e em tablet. A exceção é periférico físico: leitora de código de barras e impressora térmica do totem, que são configuradas uma vez.
Dá para migrar os dados do sistema que uso hoje?
Avaliamos a base atual antes de qualquer promessa: o que é possível trazer depende de como o outro sistema guarda a informação. Cadastro de pacientes, convênios, procedimentos e estoque costumam vir; histórico clínico varia caso a caso. Você recebe o levantamento por escrito antes de fechar.
Quanto tempo leva a implantação?
Depende do que a casa usa. Uma clínica com agenda, prontuário e faturamento de convênio entra rápido. Hospital com internação, farmácia, SUS e contabilidade leva mais, porque exige cadastrar centros de custo, leitos, tabelas de convênio e treinar setor por setor. O cronograma é fechado com você na proposta, não depois.
E a LGPD?
O sistema tem permissão por tela e por operação, e um diário de auditoria que registra acesso e alteração — é isso que permite responder "quem viu este prontuário". Na nuvem, o banco fica em datacenter no Brasil. A política e o contrato de tratamento de dados são fechados junto com a proposta.
O sistema usa inteligência artificial com os dados do paciente?
Só onde ajuda e sem identificar ninguém. No laudo e na leitura de documentos, o texto vai para a IA com o nome e o CPF trocados por marcadores, e o Horus recoloca os dados depois. Todo uso fica registrado, e nada é gravado sem a revisão de um profissional. A chave da IA é da própria instituição.
Quem atende quando dá problema?
Quem desenvolve. Não há primeiro nível lendo roteiro: o atendimento é direto com quem escreveu a tela, por WhatsApp e acesso remoto. É a vantagem de trabalhar com uma casa de software e não com um call center.
O sistema continua sendo atualizado?
Sim, e com frequência alta — as atualizações chegam sozinhas, durante a madrugada, sem ninguém precisar instalar nada. Mudança de padrão TISS, tabela SIGTAP e regra nova de convênio entram como parte do serviço.
Existe versão para celular?
O sistema é responsivo: abre no navegador do celular e do tablet para consulta de agenda, prontuário e indicadores. Operação pesada — faturamento, farmácia, fechamento — é feita no computador, onde ela realmente acontece.
Falar com a gente

Veja o Horus funcionando com os seus casos.

A demonstração é feita por quem conhece o sistema por dentro, na tela, com o fluxo da sua instituição. Sem apresentação genérica e sem compromisso.

Ao enviar, registramos o seu contato para retorno e abrimos o WhatsApp com a sua mensagem pronta — você confere antes de mandar.

💬 WhatsApp(65) 99983-3662 — resposta em horário comercial ✉️ marcelo@demarcosistemas.com.brPara proposta, edital e documentação
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